terça-feira, 26 de junho de 2012

A tua Casa

Aproximas-te
da casa
caiada
e com a luz da cal
inventas a porta
que te
falta
Há um silêncio
repentino
quando entras
Vais direita
à janela
que sabes de cor

Todos os recantos
que conheces
ficam então iluminados
Não admira
Viveste sempre aqui
Tu os esboçaste
e lhes deste um nome.

(Manuela Reis)

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