segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Silêncio

Não há dois silêncios
iguais.
O desta manhã
leva-me para longe,
para o tempo
em que, de sacola
na mão, seguia para a escola
à sombra das ameixoeiras bravias.

(Manuela Reis)

2 comentários:

  1. Um poema sobre o tempo e a sua melancolia - que bela reminiscência!

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  2. O ano começou e acaba em silêncio
    foi um ano ruidoso

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